Salinas de Maras: guia para a sua visita
Poucos lugares do Vale Sagrado surpreendem tanto quanto as Salinas de Maras: milhares de pequenos poços de sal descendo a encosta em tons de branco, creme e rosa. Elas são trabalhadas à mão desde antes dos incas e continuam sendo exploradas por famílias da comunidade local.
O que são as salinas
Uma nascente de água naturalmente salgada brota da montanha acima do vale do Urubamba. Há séculos, as famílias locais conduzem essa água para poços rasos em terraços e deixam o forte sol andino fazer o resto: com a evaporação, forma-se uma crosta de sal que é raspada, secada e ensacada à mão. Hoje são mais de 3.000 poços numa única encosta, cada um trabalhado por uma família da comunidade de Maras.

Por que o sal é rosado
A cor vem dos minerais trazidos pela nascente e da etapa da colheita. Os primeiros cristais, os mais finos, formam uma delicada flor de sal rosada; as camadas inferiores são mais grossas e brancas ou marrons. Esse sal rico em minerais é muito apreciado na cozinha, e comprar um saquinho ali apoia as famílias que ainda fazem todo o trabalho à mão.
Conheça Maras e Moray em meio dia
Salinas, terraços incas e uma demonstração de tecelagem em Chinchero, com transporte, guia e busca no hotel incluídos.
A visita hoje: entrada e regras
| Dado | Detalhe |
|---|---|
| Entrada | Taxa da comunidade, paga em dinheiro; não faz parte do Boleto Turístico |
| No nosso passeio | Não incluída: paga em dinheiro no dia |
| O que se pode fazer | Percorrer a trilha-mirante sinalizada na borda dos poços |
| Tempo necessário | Entre 45 minutos e 1 hora |
| Melhor luz | De manhã ou no fim da tarde |
Maras e Moray juntos
As salinas ficam perto de Moray, os misteriosos terraços circulares incas, por isso quase sempre são visitados juntos. Nosso passeio a Maras e Moray (US$ 30) percorre os dois em meio dia, com parada num centro de tecelagem em Chinchero, e inclui transporte, guia e entrada. Os dois lugares também fazem parte do nosso passeio de dia inteiro ao Vale Sagrado (US$ 35).
Dicas para a visita
- Há pouca sombra: leve chapéu, protetor solar e água.
- Use calçados com boa aderência; os caminhos podem ter poeira ou lama.
- Leve notas pequenas em soles se quiser comprar sal ou lanches.
- Na época de chuvas (dezembro a março) os poços não são colhidos e podem parecer barrentos; a estação seca traz os brancos mais intensos.
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Perguntas frequentes
Sim. São uma das paisagens mais singulares do Peru, ainda trabalhadas à mão por famílias locais, e se combinam facilmente com Moray.
Não. As salinas cobram uma taxa à parte para a comunidade, em dinheiro. No nosso passeio a Maras e Moray a entrada está incluída.
Não. Para protegê-los, os visitantes seguem uma trilha-mirante sinalizada na borda dos poços.
A estação seca (maio a novembro), de manhã ou no fim da tarde, quando a luz faz os poços brilharem.
Cerca de uma hora e meia de estrada. Costumam ser visitadas com Moray num passeio de meio dia.

